Corpo, mídia e transgeneridade: políticas de visibilidade e práticas contra-hegemônicas na performance de Conchita Wurst no Eurovision 2014

Hadriel Geovani da Silva Theodoro, Denise Cogo

Resumen


A partir da Teoria da Mídia de Harry Pross, exposta por Norval Baitello, o presente artigo propõe uma análise midiática dos textos e contextos inseridos na performance de Conchita Wurst no Eurovision 2014. Uma vez que ressignifica o feminino e o masculino, as midialidades envolvidas em sua performance passam a questionar profundamente a ideologia dominante em relação às identidades de gênero e à hegemonia do patriarcado, tornando-se um discurso político da diferença. Assim sendo, o objetivo principal é o de refletir sobre a construção midiática da performance de Conchita, a englobar as políticas de visibilidade de suas identidades e o entendimento das particularidades que ela congrega.


Palabras clave


mídia, comunicação, identidades de gênero, performance.

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